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CASAMENTOS ARRANJADOS

"Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe,

e unir-se-á a sua mulher,
E serão os dois uma só carne"

Marcos 10:7-8a

Sentir-se amada, cuidada, construir famílias, ou simplesmente seguirem seus caminhos profissionais/acadêmicos faz parte dos sonhos de muitas mulheres, porém o que seria uma concretização vira pesadelo, ao serem impulsionadas á uma vida oposta do que sonhou. Essa é a realidade de muitas mulheres nos países do continente asiático, ainda é bastante comum essa prática, sobretudo em países como Índia, Bangladesh entre outros. Uma adolescente/moça, mas acima de tudo uma mulher, só é considerada “completa” depois que ela se casa.

Segundo estudos da ONU entre 2011 e 2020, mais de 140 milhões de meninas se tornarão esposas e casarão quando ainda são crianças. E destas 140 milhões, 50 milhões se casarão antes de completarem 15 anos.

Na maioria dos casos, a moça ou o rapaz que vão se casar não possuem voz ativa para dar opinião no assunto e são os pais, os avós ou os parentes que sugerem o “par adequado” e, depois de apenas alguns encontros, a maioria deles só entre os anciãos das duas famílias, o casamento acontece.

No Afeganistão a lei é que as mulheres precisam se casar – não é algo opcional, é obrigatório. E assim, ainda muito novas, as meninas são vendidas a casamentos forçados, sendo que conhecem seus maridos apenas na noite do próprio casamento – maridos, na maioria das vezes, muito mais velhos que elas (por vezes adolescentes se casam com homens de 60 anos ou mais).

Algumas meninas são vendidas ao casamento para pagar dívidas da família ou, por causa da pobreza, para que sua família não precise mais sustentá-la. Dentro do casamento, por muitas vezes, elas sofrem todo tipo de abuso, uma vez que os homens são instruídos a ensiná-las submissão através da agressão. Além disso, elas são obrigadas a fazer todo trabalho doméstico, por vezes sendo tratadas como escravas pela família do marido (com quem elas moram) e se renderem a religião cultural do país (Islamismo, Hinduísmo, etc).

Quando elas não têm coragem de fugir, desesperançadas, muitas delas ateiam fogo aos seus próprios corpos, vendo no suicídio sua única saída.

 

Muitas sabem da existência de Deus, porém acreditam que ele seja o Juíz que castiga, falta conhecê-lo como um Deus relacional, e não somente como um Deus juíz, que odeia aqueles que não o obedecem.

Com a responsabilidade imposta, um novo desafio é surgido, após seus sonhos serem interrompidos, sem a opção de dizer não! Muitas moças, são obrigadas a serem “esposas exemplos”, deve manter o serviço de casa impecável, servir ao seu marido, se render aos costumes da família, renunciar seus estudos e caso se contrarie sobre as imposições sofrem preconceito pela sua própria família. Nossas irmãs que se rendem ao Senhor, vivem em secreto dentro de seus lares, pois se o seu marido descobre, é expulsa da família e rejeitada por todos em sua volta, pois é considerado vergonha e difamação.

No silêncio, do seu comportamento, escondem o grito de uma alma que clama por restauração, forças para enfrentar essa situação e permanecer firme na esperança da salvação, sobre suas vidas e de suas famílias. Somente ao conhecerem a Jesus, elas podem ter o consolo e força para enfrentarem essa situação.

Existem pessoas reais como eu e você, por trás de burcas, presas em cozinhas, fechadas em suas casas. Mulheres que anseiam por Deus, que precisam de Deus.

"Oro também para que os olhos do coração de vocês sejam iluminados, a fim de que vocês conheçam a esperança para a qual ele os chamou, as riquezas da gloriosa herança dele nos santos" - Efésios 1:18

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